
Deputado federal Éder Mauro (PL-PA) - Foto: divulgação/Agência Câmara de Notícias
27/02/2026
Brasília – O deputado federal Éder Mauro (PL-PA) comemorou a aprovação da quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no âmbito da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, que investiga suspeitas de fraudes e desvios envolvendo recursos de aposentados e pensionistas.
Conhecido pela atuação combativa no Congresso, o delegado afirmou que a decisão representa uma derrota para tentativas de proteção política dentro da comissão. Ainda segundo o parlamentar paraense, a quebra de sigilo é um avanço para identificar o destino do dinheiro retirado de beneficiários da Previdência.
“Acabou a blindagem. Agora o Brasil vai saber para onde foi o dinheiro roubado dos aposentados. Essa CPMI foi criada justamente para seguir o rastro do dinheiro e responsabilizar quem tiver culpa”, declarou.
Éder Mauro (PL-PA) trabalhou ativamente na coleta de assinaturas para a instalação da CPMI , articulando apoio parlamentar para que as investigações saíssem do papel. Segundo ele, a comissão só existe porque houve pressão da oposição para apurar denúncias que, na avaliação do deputado, atingem diretamente os brasileiros mais vulneráveis.
O parlamentar também defendeu que o Congresso amplie o foco das investigações e afirmou que é necessária a criação de uma CPMI para investigar operações envolvendo o Banco Master, apontando que novos fatos precisam ser esclarecidos.
“Não adianta investigar só uma parte. Quem mexe com dinheiro do povo tem que ser investigado. Assim como lutamos pela CPMI do INSSS, vamos lutar pela CPMI do Banco Master”, afirmou.
Para o deputado, a quebra de sigilo marca o início de uma nova fase da comissão.
“Essa CPMI não nasceu para fazer teatro. Nasceu para mostrar quem roubou e para onde foi o dinheiro dos aposentados brasileiros”, concluiu.