
O senador Carlos Portinho (PL-RJ) (D), relator, ao lado do autor, senador Wellington Fagundes (C) – Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
28/04/2026
Brasília – O senador Wellington Fagundes (PL-MT), autor da proposta, e o senador Carlos Portinho (PL-RJ), relator da matéria, conduziram a aprovação do projeto que prevê a criação de uma universidade federal em Sinop (MT), ampliando o acesso ao ensino superior na região.
A Comissão de Educação (CE) do Senado aprovou o Projeto de Lei 5.156/2020, que autoriza a transformação do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Sinop , na Universidade Federal da Região Norte de Mato Grosso.
De autoria do senador Wellington Fagundes (PL-MT) e com relatoria do senador Carlos Portinho (PL-RJ), a proposta segue agora para análise da Câmara dos Deputados, salvo se houver recurso para votação em Plenário.
A iniciativa tem como principal objetivo ampliar a oferta de ensino superior público em uma região estratégica de Mato Grosso, que atualmente conta com apenas uma universidade federal em todo o estado.
O projeto prevê que a nova instituição tenha autonomia administrativa para desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão, sem gerar aumento de despesas públicas, uma vez que não cria novos cargos nem exige estrutura física adicional.
Segundo o relator Carlos Portinho (PL-RJ), a medida está alinhada ao Plano Nacional de Educação (PNE), que busca ampliar o número de jovens matriculados no ensino superior.
Já o autor da proposta, Wellington Fagundes (PL-MT), destacou o potencial de crescimento da região e a importância da educação para o desenvolvimento econômico.
A criação da universidade em Sinop deve impulsionar áreas estratégicas como o agronegócio, a inovação tecnológica e a qualificação profissional, fortalecendo a interiorização do ensino superior.
Entre os benefícios esperados estão:
A proposta reforça o papel da educação como vetor de crescimento sustentável, especialmente em regiões com forte vocação produtiva.
Após aprovação na Comissão de Educação, o projeto segue para a Câmara dos Deputados, onde continuará sua tramitação. Para se tornar lei, a proposta ainda precisará ser aprovada nas duas Casas legislativas.