
Senadora Dra. Eudócia (PL-AL) - Jefferson Rudy/Agência Senado
04/03/2026
Brasília – A relatora da proposta no Senado, senadora Dra. Eudocia (PL-AL), destacou a importância de ampliar o acesso à imunoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com câncer. O projeto aprovado na Comissão de Assuntos Sociais busca garantir que a rede pública ofereça todas as modalidades de imunoterapia já disponíveis na rede privada.
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado concluiu a votação do Projeto de Lei 2.371/2021, que amplia o acesso à imunoterapia para o tratamento de pacientes com câncer no Sistema Único de Saúde (SUS) . A proposta agora segue para análise do Plenário do Senado Federal.
Relatora do projeto, a senadora Dra. Eudocia (PL-AL) ressaltou que a iniciativa tem como objetivo reduzir desigualdades no acesso a tratamentos oncológicos entre pacientes da rede pública e da rede privada de saúde.
Segundo a parlamentar, atualmente o SUS disponibiliza apenas quatro tipos de imunoterapia, enquanto oito modalidades já foram autorizadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para uso na rede privada.
Para a senadora, essa diferença limita o acesso de milhares de pacientes a tratamentos modernos e potencialmente mais eficazes no combate ao câncer.
A proposta busca garantir que todos os tratamentos de imunoterapia aprovados pelas autoridades sanitárias também estejam disponíveis no SUS, ampliando as possibilidades terapêuticas para pacientes atendidos pela rede pública.
É fundamental que os pacientes do SUS tenham acesso às mesmas possibilidades de tratamento disponíveis na rede privada, destacou Dra. Eudocia (PL-AL).
A imunoterapia é considerada uma das principais inovações no tratamento oncológico, pois estimula o próprio sistema imunológico do paciente a reconhecer e combater as células cancerígenas.
Com a aprovação na Comissão de Assuntos Sociais, o projeto avança para a fase de votação no Plenário do Senado, etapa decisiva para que a proposta possa seguir para análise na Câmara dos Deputados.
A expectativa é que a medida contribua para ampliar o acesso a terapias modernas, fortalecer o tratamento oncológico no SUS e melhorar a qualidade de vida dos pacientes com câncer em todo o país.