
Deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) é o relator da proposta – Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
14/04/2026
Brasília – O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) é relator de projeto aprovado em comissão que estabelece critérios para acelerar a concessão de pensão por morte a familiares de policiais e bombeiros mortos no exercício da função.
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que determina a adoção de critérios simplificados para agilizar a concessão de pensão por morte a familiares de profissionais da segurança pública mortos em serviço.
O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), ao Projeto de Lei 5292/25, ampliando o alcance da proposta original. Além de policiais militares e bombeiros, o novo texto também inclui os policiais civis, garantindo maior abrangência na proteção às famílias.
A proposta estabelece uma diretriz geral de celeridade nos processos, cabendo a estados e ao Distrito Federal regulamentar os procedimentos específicos conforme suas legislações.
Segundo o relator, a medida reforça o dever do Estado de prestar apoio imediato às famílias que perdem seus entes no exercício de atividades de alto risco.
“A demora na concessão do benefício agrava a vulnerabilidade das famílias justamente no momento em que mais necessitam de apoio institucional”, destacou Rodolfo Nogueira.
A proposta altera normas importantes, como a Lei de Reorganização da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar e a Lei Orgânica Nacional das Polícias Civis, garantindo maior uniformidade na aplicação da política pública.
O projeto busca garantir maior eficiência e sensibilidade no atendimento às famílias de profissionais da segurança pública. Entre os principais aspectos estão:
A iniciativa também reforça a valorização dos profissionais que atuam na linha de frente da segurança pública, reconhecendo o risco inerente às atividades desempenhadas.
Ao garantir agilidade na concessão do benefício, o projeto contribui para assegurar dignidade às famílias e fortalecer a confiança nas instituições públicas.
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.