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Fazer boca de urna pode até dar cadeia

Fazer boca de urna pode até dar cadeia

Fazer boca de urna pode até dar cadeia

A urna eletrônica, de tão moderna, não tem mais boca (geralmente, era de couro para afivelar a bolsa de lona). Mesmo assim, a tentativa de aliciamento de eleitores, principalmente nas portas e redondezas de seções eleitorais, continua sendo um crime.

Pelo Código Eleitoral, essa iniciativa pode resultar na prisão de seis meses a um ano e multas que podem chegar a R$ 15 mil. E ainda resulta na suspensão do título de eleitor.

O setor jurídico do Partido Liberal, pelo qual Jair Bolsonaro é candidato à reeleição para presidente da República, também esclarece que, neste domingo, 30, também está proibida a distribuição de panfletos e santinhos, propaganda via alto-falantes ou qualquer propaganda eleitoral nos meios de comunicação.

Por exemplo: nem candidatos nem eleitores podem publicar nas redes sociais nenhum novo conteúdo de campanha, principalmente impulsionar financeiramente qualquer material eleitoral na internet. Vale reforçar que promover comício ou fazer carreata e motociata é ilegal.

No entanto, para a festa da democracia, o eleitor pode se manifestar individualmente, de forma silenciosa, pelo seu candidato – desde que exclusivamente por meio do uso de bandeiras, bonés, broches, camisetas e adesivos.

Primeiro turno

R$ 137 mil foram apreendidos na primeira fase desta eleição

352 foram presas também por boca de urna, compra e violação do sigilo do voto

1.378 crimes eleitorais, no geral, foram registrados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública

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