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Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), o autor da proposta – Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), o autor da proposta – Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Delegado Paulo Bilynskyj propõe criminalização de ataques contra religiosos nas redes sociais

Brasília – O deputado federal Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) apresentou o Projeto de Lei 855/25, que visa criminalizar ataques contra religiosos realizados nas redes sociais. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados e busca reforçar a proteção de líderes religiosos e fiéis contra campanhas de ódio e difamação promovidas em ambiente digital.


Objetivos e penalidades

O projeto estabelece pena de reclusão de seis meses a dois anos e multa para quem promover ou realizar ataques em massa contra líderes religiosos ou fiéis, utilizando as redes sociais para incitar ódio, intolerância, violência, difamação ou ameaça à integridade moral ou física.


Se os ataques forem realizados por grupo organizado ou com métodos que dificultem a identificação dos autores, a pena será aumentada de um terço até a metade. Já nos casos em que o crime causar dano psicológico grave à vítima ou resultar em induzimento ao suicídio, a pena será de reclusão de quatro a oito anos, além de multa.


Lacuna legislativa

Segundo o  Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), o Código Penal já prevê punições para crimes como ameaça, injúria, calúnia e difamação, mas não contempla a especificidade e gravidade dos ataques organizados no ambiente digital.


“A legislação não contempla a gravidade e a abrangência dos ataques organizados em ambiente digital, que se tornam ainda mais lesivos devido à velocidade e ao impacto da disseminação em redes sociais”, afirma o parlamentar.


Condutas criminalizadas

O texto define como ataques contra religiosos, quando realizados por meio das redes sociais, as seguintes condutas:


Próximos passos

O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e, posteriormente, pelo Plenário da Câmara dos Deputados. Para se tornar lei, precisará ser aprovado também pelo Senado.


Para conhecer mais projetos do PL e de seus parlamentares, clique aqui: Partido Liberal.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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