
Senador Carlos Portinho (PL-RJ) - Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
19/02/2026
Brasília – O senador Carlos Portinho (PL-RJ) teve aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) requerimento REQ 1/2026 – CCT para realização de audiência pública com a pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio, da UFRJ, a fim de discutir os avanços e os entraves regulatórios enfrentados em pesquisa promissora sobre recuperação de movimentos em pessoas com lesão medular.
A Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado Federal aprovou o requerimento apresentado pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ para convidar a professora Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a participar de audiência pública.
A cientista é reconhecida por sua pesquisa sobre a polilaminina, substância que tem apresentado resultados favoráveis na recuperação de movimentos em pacientes com lesão medular. O estudo encontra-se atualmente em fase de avaliação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Segundo Portinho, apesar dos avanços científicos, a pesquisa enfrenta obstáculos estruturais relevantes, como:
A audiência pública terá como objetivo dar visibilidade nacional ao trabalho desenvolvido, esclarecer o estágio atual da pesquisa e discutir medidas que fortaleçam o ambiente de inovação no Brasil.
Durante a reunião, senadores destacaram a importância de garantir financiamento contínuo para ciência e tecnologia, além de melhores condições para que pesquisadores possam desenvolver seus estudos sem depender de recursos próprios.
A CCT também aprovou outros requerimentos, incluindo audiência sobre a Expedição Arqueológica Ilha da Trindade e projetos de autorização e renovação de serviços de radiodifusão.
Para Carlos Portinho (PL-RJ, investir em ciência e tecnologia é essencial para o desenvolvimento do país e para transformar pesquisas de excelência em soluções concretas para a população.

Professora é responsável por pesquisa sobre medicamento que pode reverter lesão na medula e devolver movimentos – Foto: Divulgação/ Agência Senado
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