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Senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) – Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) – Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Proposta relatada no Senado pelo senador Astronauta Marcos Pontes visa regular a exploração espacial no Brasil

Brasília – O projeto de lei (PL 1.006/2022) que deu origem à Lei Geral do Espaço (Lei 14.946, de 2024)  foi sancionado pelo presidente da República, com veto à aprovação automática de licenciamento ambiental. A proposta, relatada no Senado pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), visa regular a exploração espacial no Brasil e os investimentos no setor.

Detalhes da Lei Geral do Espaço

A Lei Geral do Espaço (Lei 14.946, de 2024) foi sancionada no dia 1º de agosto, estabelecendo um marco regulatório para a exploração espacial no Brasil. A legislação, que busca atrair investimentos nacionais e internacionais para o setor espacial, teve como origem o Projeto de Lei 1.006/2022, aprovado na Câmara dos Deputados e relatado no Senado pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP).

Veto Presidencial

A sanção presidencial veio acompanhada de um veto significativo. O presidente da República vetou o dispositivo que permitiria a aprovação automática do licenciamento ambiental caso o processo não fosse concluído dentro de 120 dias, com possibilidade de prorrogação. O Ministério do Meio Ambiente considerou a simplificação inconstitucional, defendendo que ela poderia comprometer a avaliação rigorosa necessária para preservar o meio ambiente. Agora, cabe ao Congresso Nacional decidir se mantém ou derruba o veto.

Importância da Lei

A Lei Geral do Espaço é vista como um passo importante para o desenvolvimento do setor espacial no Brasil, estabelecendo regras claras para a exploração de atividades espaciais e o envolvimento de investidores. O relator no Senado, senador Astronauta Marcos Pontes, destacou a importância da lei para posicionar o Brasil como um jogador relevante no cenário espacial global.

A legislação abrange uma ampla gama de atividades, incluindo a construção de satélites, a operação de veículos lançadores, e a exploração de corpos celestes. Ela também estabelece diretrizes para parcerias entre o setor público e privado, buscando fomentar a inovação e o desenvolvimento tecnológico no país.

Próximos Passos

Com a sanção da lei, as atenções agora se voltam para o Congresso, que tem a prerrogativa de manter ou derrubar o veto presidencial sobre o licenciamento ambiental. A decisão sobre o veto pode impactar a implementação prática da lei e sua eficácia na atração de investimentos e promoção da atividade espacial no Brasil.

A Lei Geral do Espaço representa uma oportunidade estratégica para o Brasil expandir sua presença no setor espacial, promover avanços tecnológicos e estimular a economia através da inovação e da exploração de novas fronteiras.

Fonte: Senado Notícias.

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