
Deputado Sanderson (PL-RS), relator do projeto de lei de autoria do TST – Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
12/05/2026
Brasília – O deputado Sanderson (PL-RS) relatou na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados proposta que reestrutura o quadro de pessoal do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4), no Rio Grande do Sul. O projeto prevê criação de cargos e funções comissionadas, além de ajustes para adequação às normas fiscais e orçamentárias.
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que promove a reestruturação do quadro de pessoal do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4), com sede em Porto Alegre.
O texto aprovado prevê a criação de:
A proposta também transforma 48 cargos de chefia de gabinete em cargos de assessor.
O projeto foi relatado pelo deputado Sanderson (PL-RS), que apresentou alterações no texto original do Projeto de Lei 956/15, de autoria do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Segundo o relator, as mudanças foram realizadas a pedido do próprio Tribunal Superior do Trabalho para adequar a proposta aos limites orçamentários e fiscais.
A versão aprovada retirou do projeto:
De acordo com Sanderson, as alterações garantem equilíbrio financeiro e respeito às exigências da legislação fiscal vigente.
O objetivo da proposta é modernizar a estrutura administrativa e funcional do TRT 4ª Região , permitindo melhor organização dos serviços prestados pela Justiça do Trabalho no Rio Grande do Sul.
Segundo estimativa apresentada no parecer, o impacto anual da medida será de aproximadamente R$ 18,6 milhões.
O relator destacou que a proposta foi ajustada para garantir viabilidade orçamentária sem comprometer a eficiência da estrutura judicial trabalhista.
A reestruturação busca atender demandas administrativas e operacionais do tribunal, especialmente diante do crescimento das atividades e da necessidade de aprimoramento da gestão interna.
A medida também reorganiza funções estratégicas dentro do TRT 4ª Região, promovendo atualização administrativa compatível com as necessidades atuais da Justiça do Trabalho.
O projeto será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de seguir para votação no Plenário da Câmara dos Deputados.
Para virar lei, a proposta ainda precisará ser aprovada pela Câmara e pelo Senado Federal.