
À bancada, em pronunciamento, senador Jaime Bagattoli (PL-RO) -Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
27/02/2026
Brasília – O senador Jaime Bagattoli (PL-RO), que presidiu a subcomissão da CRA sobre embargos de terras, destaca a importância do PL 6.141/2025, que destina parte das receitas de concessões florestais ao pagamento de pequenos produtores rurais da Amazônia Legal por serviços ambientais.
O Senado Federal vai analisar o Projeto de Lei 6.141/2025, que prevê a destinação de parte das receitas obtidas com concessões florestais para remunerar pequenos produtores rurais da Amazônia Legal que prestem serviços ambientais, como preservação e recuperação da vegetação nativa.
A proposta foi apresentada pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), com base em recomendações da Subcomissão Temporária que acompanhou os embargos de terras realizados pelo Ibama. A subcomissão foi presidida pelo senador Jaime Bagattoli (PL-RO).
O texto altera o artigo 39 da Lei 11.284/2006, que trata da gestão de florestas públicas, para permitir que parcela da arrecadação seja direcionada diretamente aos produtores que contribuem para a conservação ambiental.
Segundo a justificativa da CRA, a medida busca transformar parte da receita da economia florestal em incentivo direto à manutenção e restauração da vegetação, promovendo equilíbrio entre preservação ambiental e geração de renda no campo.
A iniciativa também pretende priorizar produtores que já estejam cumprindo a legislação ambiental ou em processo de regularização, criando um sinal econômico positivo para a adequação às normas.
Para Jaime Bagattoli (PL-RO), a proposta representa uma alternativa que alia sustentabilidade, justiça no campo e segurança jurídica para quem produz respeitando a lei.
O projeto seguirá agora a tramitação nas comissões do Senado antes de eventual votação em Plenário.