
Deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) - Foto: Crédito: Will Rosa
07/11/2025
Brasília – A Assembleia Legislativa de Goiás sediou, na manhã desta sexta-feira, 7, uma audiência pública da Comissão Especial sobre a Regulação da Inteligência Artificial, da Câmara dos Deputados. O encontro foi presidido pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), 3º vice-presidente do colegiado e responsável pela organização do seminário regional do Centro-Oeste sobre o tema.
Gayer (PL-GO) destacou a importância de o Parlamento ouvir especialistas da área para construir um marco legal moderno, seguro e responsável para o uso da Inteligência Artificial (IA) no Brasil. Segundo ele, a iniciativa busca equilibrar inovação e ética, garantindo o avanço tecnológico aliado à proteção dos cidadãos e da liberdade econômica de quem busca empreender nesse ramo.
O evento, realizado na Sala de Comissões Júlio da Retífica, reuniu representantes do setor acadêmico e empresarial, entre eles o professor Eliomar Araújo de Lima, coordenador científico do Centro de Excelência em Inteligência Artificial da UFG; Marcos Bernardo Campos, vice-presidente da Assespro-GO; Rodolfo Fücher, vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes); Joel Matos, gerente de inovação e soluções digitais do Instituto Euvaldo Lodi (IEL); e Gabriela Farina, gerente de políticas públicas da Open IA.
Durante a audiência, Gayer (PL-GO) reforçou que o debate regional é essencial para que o Congresso Nacional desenvolva uma legislação que estimule o crescimento do setor de tecnologia e posicione o Brasil entre as potências digitais do futuro.
Instalada em abril de 2025, a Comissão Especial sobre a Regulação da Inteligência Artificial analisa o Projeto de Lei nº 2338/2023, relatado pela deputada Luísa Canziani (PSD-PR). Entre os temas em discussão estão o uso da IA no serviço público, os desafios regulatórios para as empresas e os impactos sobre direitos autorais e propriedade intelectual.
Com protagonismo goiano, Gustavo Gayer (PL-GO) reforça o compromisso de tornar a regulação da Inteligência Artificial uma ferramenta a favor da liberdade, e da inovação tecnológica do Brasil.