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Ministério da Saúde aplicou mais de R$ 38 bilhões para aquisição de vacinas

Ministério da Saúde aplicou mais de R$ 38 bilhões para aquisição de vacinas

Governo Bolsonaro investiu mais de R$ 540 bilhões para o enfrentamento da pandemia no Brasil

Brasília – O Sistema Único de Saúde (SUS) foi o pilar fundamental para que o Brasil enfrentasse a pandemia de Covid-19. O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, não mediu esforços para ofertar à população leitos, medicamentos e, principalmente, vacinas contra a doença. Desde de 2020, a Pasta investiu mais de R$ 540 bilhões, sendo R$ 106 bilhões em crédito extraordinário para o enfrentamento da Covid-19.

Do total de investimentos no SUS, pelo menos R$ 38 bilhões foram destinados à aquisição de mais de 650 milhões de doses de vacinas. As ações também envolvem:

  • Mais de R$ 14 bilhões na habilitação de mais de 35 mil leitos de UTI Covid-19;
  • 17,8 mil ventiladores para todo Brasil;
  • 24,9 milhões de medicamentos hospitalares distribuídos (usados para intubação);
  • 38 campanhas de conscientização sobre vacinação, medidas de prevenção e controle da Covid-19, com investimento de mais de R$ 381 milhões;
  • Mais de 570 milhões de doses de vacinas Covid-19 distribuídas para todo país, na maior campanha de vacinação da história do país;

Vacinação

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19 teve início em 18 de janeiro de 2021. O Ministério da Saúde montou um Plano Nacional de Operacionalização, elaborado em 10 eixos:

  1. Situação epidemiológica e definição da população-alvo para vacinação;
  2. Vacinas Covid-19;
  3. Farmacovigilância;
  4. Sistemas de Informação;
  5. Operacionalização para vacinação;
  6. Monitoramento, Supervisão e Avaliação;
  7. Orçamento para operacionalização da vacinação;
  8. Estudos pós-marketing;
  9. Comunicação;
  10. Encerramento da campanha de vacinação.

O plano foi elaborado em consonância com as orientações globais da Organização Pan-Americana da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS). Várias atualizações foram feitas tão logo as tecnologias de proteção fossem atualizadas. As principais atualizações envolveram dose adicional e de reforço para os idosos, imunossuprimidos e profissionais de saúde; intervalo da vacina da Pfizer reduzido de 12 para oito semanas; coadministração e recomendações de revacinação para pessoas transplantadas.

Distribuição

A distribuição de imunizantes também foi planejada de maneira a atender todos os estados e o Distrito Federal da maneira mais célere, equitativa e igualitária. Foi elaborada uma operação logística inédita para distribuição, com as primeiras doses tendo sido entregues 48h depois da disponibilização pelos laboratórios.

O resultado: ampla cobertura vacinal e a consequente baixa na média-móvel de casos e óbitos por causa da doença. Mais de 570 milhões de doses foram enviadas a todas as unidades federativas organizadas a partir de pautas de distribuição pensadas priorizando públicos-alvos. Mais de 79% da população completou o esquema vacinal primário com as duas doses ou doses únicas. Além disso, foram disponibilizados imunizantes para as doses de reforço.

Até o atual momento, mais de 495 milhões de doses já foram aplicadas na população.

Fonte: Ministério da Saúde

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