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Deputado Paparico Bacchi (PL-RS) - Foto: Divulgação - Rodrigo Savedra

Deputado Paparico Bacchi (PL-RS) - Foto: Divulgação - Rodrigo Savedra

Cortes de incentivos fiscais: “Parlamento e RS já fizeram a sua parte”, afirma Paparico Bacchi

Rio Grande do Sul – Representando o Parlamento gaúcho no Fórum Técnico da Federasul, realizado na sede da entidade, em Porto Alegre, na última quarta-feira, 21, o vice-presidente da Assembleia Legislativa do RS (ALRS), deputado Paparico Bacchi (PL-RS), participou do evento de discussão dos cortes de incentivos fiscais propostos pelo Governo do Estado. O encontro foi uma roda de perspectivas da atual situação da economia gaúcha, proposta pelas entidades representativas dos setores econômicos do RS, Farsul, CDL Porto Alegre, AGV, AGAS, Fecomércio-RS e FIERGS.

O deputado Paparico Bacchi utilizou o espaço para falar sobre as decisões que os deputados estaduais tomaram, para ajudar o Governo do RS a enfrentar os percalços nas finanças: “O Parlamento gaúcho fez a sua parte, enquanto o Estado estava com as contas atrasadas, porque, na legislatura passada, demos o exemplo, aprovando o corte da aposentadoria especial e o fim do auxílio mudança para os deputados”, explicou Bacchi.

Paparico destacou também os reflexos das mudanças efetuadas com a aprovação do Parlamento gaúcho: “Foi assim que iniciamos as mais profundas reformas do RS, a reforma administrativa, que vai economizar ao governo, em dez anos, desde 2019, o valor de R$ 25 milhões ao crescimento da folha vegetativa do estado. Encaminhamos a privatização da CEEE, que era um antro de corrupção institucionalizada, com um serviço mal prestado à população, na iminência de perda da concessão. A nossa aprovação proporcionou recursos da empresa privatizada ao caixa do estado advindo da arrecadação do ICMS que, há muito tempo, não era realizada. Em seguida, privatizamos a Corsan, com o entendimento de que precisávamos acertar o RS”, pontuou o vice-presidente da ALRS.

Segundo o deputado, o RS, a Assembleia Legislativa, os gaúchos e gaúchas já fizeram a sua parte para alavancar o estado, mas Eduardo Leite, não: “Lamentavelmente, o governador fez o contrário, pois, quando o RS começou a se estabilizar, assinou uma renegociação impagável com a União, escravizando o estado para as próximas décadas. Para ilustrar isso, podemos entender que, cada gaúcho já nasce com uma dívida de R$ 19 mil”, explicou o parlamentar.

Para o vice-presidente da ALRS, é gritante a falta gestão eficiente na condução da economia gaúcha: “Fomos pegos de surpresa com a questão do aumento do ICMS, pois o governador tem receio de atrasar, novamente, a dívida com a União. Em 2023, o rombo aumentou R$ 10,5 bilhões, o maior índice em 25 anos. Hoje temos um governo que é um ótimo cobrador de impostos, mas um péssimo gestor”, criticou o deputado.

No final do seu pronunciamento, Paparico mostrou-se esperançoso em contar com o trabalho das associações contra as medidas que o Governo Estadual está tentando realizar na economia do RS: “Fico feliz em termos as associações econômicas, pois se não fossem por elas, provavelmente, o governador teria aprovado o aumento do imposto. Nas associações industriais e comerciais, encontramos a força para darmos um novo caminho para o RS. Sem estas entidades, nós estamos condenados à morte. Precisamos estar juntos e o governo precisa saber que nós precisamos dizer não também, porque senão vamos ter tempos difíceis pela frente”, finalizou o representante do Parlamento gaúcho, no Fórum Técnico da Federasul, o vice-presidente, deputado Paparico Bacchi (PL-RS).

Fonte: https://ww4.al.rs.gov.br/noticia/335419

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