15/05/2026
Brasília – A deputada Coronel Fernanda (PL-MT) comemorou a aprovação do requerimento de urgência do Projeto de Lei 1.811/2026, de sua autoria, que fortalece medidas de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica. A proposta prevê a identificação visual padronizada de dispositivos de monitoramento eletrônico utilizados por agressores, ampliando a fiscalização e a prevenção de novos crimes.
A Câmara dos Deputados aprovou o requerimento de urgência do Projeto de Lei 1.811/2026, apresentado pela deputada Coronel Fernanda (PL-MT), que altera a Lei nº 15.383/2026 para ampliar a efetividade do monitoramento eletrônico de agressores em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher.
A medida acelera a tramitação da proposta e aproxima a votação definitiva do texto no Plenário da Câmara dos Deputados.
O projeto estabelece que, em situações de alto risco e mediante decisão judicial fundamentada, o agressor possa utilizar tornozeleira eletrônica com identificação visual padronizada e diferenciada, inclusive com coloração rosa.
Segundo a proposta, a identificação visual terá como objetivos:
O texto destaca que a medida deverá respeitar critérios de razoabilidade e proporcionalidade, além de vedar qualquer forma de exposição vexatória ou degradante.
De acordo com a deputada Coronel Fernanda (PL-MT), o projeto busca aperfeiçoar a legislação já aprovada sobre monitoramento eletrônico de agressores, ampliando seu potencial preventivo e protetivo.
A parlamentar argumenta que a ausência de identificação visual reduz o impacto dissuasório da medida e dificulta o reconhecimento imediato pelas forças de segurança.
“Seguimos firmes, com coragem e responsabilidade, no combate à violência contra a mulher”, afirmou a deputada.
A proposta prevê que o Poder Executivo será responsável por regulamentar:
O projeto também determina que a utilização do dispositivo diferenciado tenha finalidade exclusivamente ligada à segurança pública e à proteção da vítima.
A iniciativa integra ações voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica e familiar.
A expectativa é de que a proposta contribua para ampliar a segurança das vítimas e fortalecer os instrumentos de prevenção e fiscalização.
Com a aprovação do requerimento de urgência, o Projeto de Lei 1.811/2026 poderá ser analisado diretamente pelo Plenário da Câmara dos Deputados.
Para virar lei, a proposta ainda precisará ser aprovada pela Câmara e pelo Senado Federal.
Fonte: Agência Câmara de Notícias