
Na reunião com a cúpula da Segurança Pública foram discutidas, entre outras coisas, novas estratégias para reforçar o combate ao comércio ilegal de metais (Foto: Luis Alvarenga)
04/01/2023
Rio de Janeiro – O governador Cláudio Castro (PL-RJ) iniciou o novo mandato se reunindo com os secretários da área de Segurança Pública e, em seguida, com os das pastas ligadas à Educação. No encontro realizado na última terça-feira, 03, foi feita uma avaliação da segurança no Réveillon – dados preliminares apontam redução dos roubos e furtos na virada em Copacabana – e discutidas novas estratégias para reforçar o combate ao comércio ilegal de metais.
Na área penitenciária, foi apresentado um estudo de um complexo prisional que tenha atividades laborativas – ou seja, em que o apenado possa trabalhar. O projeto de uma nova unidade prisional de segurança máxima também foi apresentado. Além disso, Castro anunciou que todos os 561 aprovados nos concursos da Polícia Civil de 2022 serão chamados.
Participaram da reunião da área da segurança o secretário da Casa Civil, Nicola Miccione; de Polícia Militar, coronel PM Luiz Henrique Marinho Pires; de Polícia Civil, Fernando Albuquerque; de Administração Penitenciária, Maria Rosa Lo Duca Nebel; e o procurador-geral do Estado, Bruno Dubeux.
Na reunião com os secretários de Educação, Patrícia Reis, e de Ciência e Tecnologia, Dr. Serginho, além dos presidentes das fundações vinculadas às pastas, o governador Cláudio Castro reforçou que a educação será uma das prioridades deste governo e solicitou aos representantes das pastas, no prazo de 30 dias, um cronograma de planos e ações para os próximos quatro anos.
A reposição de professores e adequação do piso salarial estiveram entre os temas, assim como a reforma de escolas e projetos que incentivem a presença dos alunos e a melhoria do ensino.
O governador pediu aos secretários que pensem em projetos para ampliação de carreiras tecnológicas com investimento no ensino vocacionado. Ele orientou que as áreas tecnológicas sejam equivalentes às humanas para que haja um equilíbrio na oferta do ensino público estadual.