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Deputado Federal Capitão Augusto (PL-SP) - Foto: divulgação/Agência Câmara de Notícias

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Artigo | O Brasil que o PT não mostra, favelas cresceram 95%

Brasília – O Partido dos Trabalhadores se apresenta há décadas como o defensor dos pobres, dos marginalizados, dos esquecidos pelo sistema. Em palanque, Lula repete que veio do povo e para o povo governa. Na prática, porém, o que se vê é um abismo crescente entre a retórica populista do PT e os números duros da realidade nacional.


Os dados do Censo Demográfico de 2022, divulgados pelo IBGE, são estarrecedores: as favelas cresceram 95% nos últimos 12 anos, abrigando agora mais de 16,4 milhões de brasileiros, o equivalente a 8,1% da população. São 12.348 aglomerados subnormais espalhados pelo país, que representam o fracasso direto de políticas públicas mal planejadas, inchadas por corrupção e administradas por governos que priorizaram alianças espúrias e propaganda ideológica em vez de resultados concretos.


E de quem é essa herança? De quem são esses 12 anos em que o crescimento das favelas foi mais acelerado? Do PT, naturalmente.


Durante os cinco mandatos petistas (Lula I, Lula II, Dilma I, Dilma II e agora Lula III), o Brasil mergulhou em sucessivas crises políticas, éticas e econômicas. O Mensalão revelou o uso de recursos públicos para comprar apoio parlamentar. A Operação Lava Jato escancarou o maior esquema de corrupção da história do país, com bilhões desviados da Petrobras e de estatais. O BNDES, durante o período petista, foi usado para financiar ditaduras amigas e obras em Cuba, Venezuela e Angola, enquanto faltava saneamento básico em nossas comunidades.


E o que restou ao povo? Favelas.

O PT vendeu ao Brasil a ilusão de uma era de ouro. Mas a verdade é que entregou inflação, desemprego, recessão técnica e colapso fiscal. Entregou a imagem de um país rico ao custo da falência moral e institucional. E agora, de volta ao poder, tenta reescrever a própria história, como se não fosse o autor do roteiro que empurrou milhões para a pobreza.


Lula e o PT adoram falar em “justiça social”, mas em 2023 vetaram pensão para crianças com microcefalia causada pelo Zika vírus. Falam em “respeito ao trabalhador”, mas vetaram a dispensa de reavaliação periódica para aposentados por incapacidade permanente. Só recuaram porque o Congresso, onde resistimos bravamente, derrubou os vetos de Lula. Mais uma vez, o PT falou uma coisa e fez outra.


Prometem cuidar da moradia, mas sob seus mandatos não entregaram nem metade das casas prometidas no Minha Casa, Minha Vida. A maior parte das obras foi abandonada ou superfaturada. Enquanto isso, os assentamentos irregulares se multiplicaram, sem planejamento urbano, sem segurança, sem acesso a serviços básicos.


A esquerda grita “fascismo” quando se sente contrariada, mas pouco ou nada faz pelos brasileiros esquecidos nos morros, nos cortiços, nos becos sem luz, ah claro, eles vão sim até estes lugares quando precisam tirar fotos nas épocas de eleições. É preciso coragem para dizer a verdade: o PT fracassou. Fracassou como gestor, fracassou como defensor da ética pública e fracassou como articulador de um futuro viável para o país.


A realidade não mente. O povo não vive de discurso, vive de oportunidade. Enquanto eles posam de salvadores em Brasília, milhões vivem sem água encanada, sem coleta de lixo, sem creche, sem segurança, e agora com recorde de favelização urbana.


O Brasil precisa de uma nova direção. E essa direção não virá daqueles que já provaram, e repetidamente, que não sabem , ou não querem, governar para todos.


Enquanto o PT tenta apagar os rastros de sua incompetência, nós seguimos trabalhando. Porque o Brasil não pode mais perder tempo com falsas promessas e governos que servem a si mesmos antes de servir à nação.

Fonte: Por Capitão Augusto – Deputado Federal (PL-SP)

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