
Senador Wellington Fagundes (PL-MT) - Foto: Reprodução/Tv Senado
05/05/2026
Brasília – O senador Wellington Fagundes (PL-MT) é autor de projeto aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos que cria uma caixa de assistência para profissionais de medicina veterinária e zootecnia, ampliando a proteção social e o acesso a benefícios da categoria.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 2.349/2024, de autoria do senador Wellington Fagundes (PL-MT), que autoriza a criação de uma caixa de assistência para veterinários e zootecnistas em todo o país.
A proposta permite que profissionais inscritos nos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMVs) possam aderir voluntariamente ao sistema e acessar uma série de benefícios sociais, reforçando a segurança e a proteção da categoria.
Entre os principais benefícios oferecidos pela nova estrutura estão:
Os benefícios serão concedidos conforme critérios definidos e, em geral, após um período mínimo de contribuição.
Segundo Wellington Fagundes (PL-MT), a proposta reconhece o papel estratégico dos veterinários e zootecnistas na saúde pública, na segurança alimentar e no agronegócio brasileiro, especialmente considerando que muitos atuam de forma autônoma.
Para o senador, a iniciativa cria uma rede de proteção essencial para esses profissionais, garantindo mais estabilidade e suporte em momentos de necessidade.
O projeto também estabelece que a caixa de assistência será estruturada como uma autarquia vinculada ao Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), com sede em Brasília.
O financiamento virá de diferentes fontes, incluindo:
Além disso, a proposta determina que os recursos sejam aplicados com segurança, priorizando investimentos como títulos públicos federais e ativos garantidos.
Outro ponto importante do texto é a exigência de registro de ART em todos os serviços prestados por veterinários e zootecnistas. A medida reforça a fiscalização e a transparência, prevendo multa em caso de descumprimento.
Após aprovação na CAE, o projeto segue agora para análise na Câmara dos Deputados. Para se tornar lei, o texto ainda precisa ser aprovado pelos deputados e sancionado.