Olá , seja bem-vindo.

Notícias

Partido Liberal
Orleans e Bragança: "As nossas instituições falham em não responder a essa demanda" - Fonte: Agência Câmara de Notícias

Orleans e Bragança: "As nossas instituições falham em não responder a essa demanda" - Fonte: Agência Câmara de Notícias

Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança cobra atuação do Brasil para conter repressão à embaixada argentina na Venezuela

Comissão de Relações Exteriores debateu apoio a asilados políticos em Caracas

Brasília – Os líderes da oposição venezuelana María Corina Machado e Edmundo González Urrutia pediram, nesta terça-feira, 3, durante reunião da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, maior atuação diplomática do Brasil para romper o cerco policial feito por agentes do governo de Nicolás Maduro à Embaixada da Argentina em Caracas, que atualmente está sob os cuidados do Brasil.

A reunião foi solicitada pelo deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), que destacou a necessidade de uma postura mais ativa por parte das instituições brasileiras diante da repressão aos direitos humanos na Venezuela.
“Perdemos uma oportunidade muito grande de acolher uma demanda social e política de um país vizinho. As nossas instituições falham em não responder a essa demanda, nos apequenamos diante desse desafio institucional”, afirmou o deputado.

Contexto do cerco à embaixada argentina

Desde agosto, a embaixada argentina em Caracas está sob a responsabilidade do Brasil, após a expulsão de sua equipe diplomática pelo governo Maduro. No local, seis asilados políticos enfrentam um cerco policial constante.

María Corina Machado classificou a situação como uma forma de tortura psicológica, agravada pelo corte de luz nos últimos dez dias. Ela pediu que a encarregada da embaixada do Brasil em Caracas se manifeste contra o cerco, exercendo os direitos internacionais que cabem ao Brasil.
“A sede da embaixada argentina está se transformando em um verdadeiro centro de tortura psicológica, o que representa uma grave violação dos direitos humanos”, declarou Machado.
Edmundo González Urrutia também cobrou maior comunicação entre as chancelarias do Brasil e da Argentina, destacando a importância da presença de diplomatas brasileiros no local para proteger os interesses dos asilados.

Críticas à repressão e novas leis na Venezuela

Além de discutir o cerco à embaixada, os líderes venezuelanos criticaram a aprovação da Lei Libertador Simón Bolívar, que criminaliza o apoio a sanções internacionais e restringe os direitos políticos de opositores.
“Enquanto abusos sexuais têm penas de 6 a 14 anos, uma crítica ao governo Maduro nas redes sociais pode levar a penas de 25 a 30 anos”, apontou González.

Próximos passos

A comissão continuará acompanhando o caso, buscando ampliar o diálogo diplomático entre Brasil, Argentina e Venezuela, e avaliar estratégias para proteger os direitos humanos na região.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Leia mais

Vice-líder da oposição, o deputado federal Sanderson (PL-RS) - Foto: divulgação/Agência Câmara de Notícias

Sanderson comemora derrubaba do veto de Lula ao PL da Dosimetria. “Vitória do povo brasileiro”

Deputado federal Daniel Freitas (PL-SC) - Foto: divulgação/Assessoria de Imprensa do Deputado

Deputado Daniel Freitas comemora derrubada de veto de Lula ao PL da Dosimetria: “Vitória da liberdade!”

Deputada Bia Kicis (PL-DF) - Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Deputada Bia Kicis relata projeto que torna crimes sexuais contra vulneráveis hediondos e inafiançáveis