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Deputado Federal Eder Mauro (PL-PA) - Foto: Divulgação/Agência Câmara de Notícias

Deputado Federal Eder Mauro (PL-PA) - Foto: Divulgação/Agência Câmara de Notícias

ÉDER MAURO: A PEC da oposição é um caminho seguro e flexível sobre o fim da escala 6×1

Brasília – Nos últimos dias, tenho observado o crescente diálogo sobre o fim da escala 6×1. E, diante do meu compromisso, sempre presente na minha história, o de ser verdadeiro, utilizo este meio para esclarecimentos.

Primeiro, a esquerda não age com transparência a respeito da proposta. E essa tática, que alerto aqui, tem como base uma premissa nazista. Vocês provavelmente já ouviram falar que “Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade”. A esquerda mente quando diz que “a redução da jornada de 40 horas semanais é plenamente possível e saudável”, como escreveu o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.

Ao mesmo tempo que tenta jogar para a plateia, o ministro de Lula fala em acordos coletivos, “debate e discussão aprofundada entre todos os setores”. São jogos de palavras, mentirosos, feitos para confundir a percepção do brasileiro e da brasileira.

A direita prefere outro caminho. O caminho da segurança. Concordo com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Alforria, proposta pelo deputado Mauricio Marcon (Podemos-RS), que se trata de um modelo de trabalho flexível, sem gerar danos para empregados e empregadores.

A direita também aponta claramente os problemas da outra PEC, de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que coloca os empregos em risco. Por várias razões.

É inaceitável que a PEC da esquerda não tenha observado a opinião dos diversos atores deste processo. Não temos sequer uma pesquisa que detalhe a opinião dos dois lados: do trabalhador e dos empresários. Sem dados e sem pesquisa é impossível concordar com esta proposta vazia. Li a PEC da esquerda, que tem menos de 10 página, e baseia a sua narrativa, veja bem, em um “Programa Piloto do Reino Unido”. Não há comparação com o sistema de trabalho do Brasil.

Além disso, o mercado brasileiro precisa avançar em produtividade para diversos setores. Isso qualquer pesquisa mostra. Qual seria o efeito da PEC da esquerda neste cenário? Não temos a mínima referência e esse assunto que é complexo.

Outro detalhe: a PEC da esquerda simplesmente despreza os anseios individuais. Tem pessoas que querem sim trabalhar e melhorar a sua condição econômica, para dar conforto a família. Há também o lado dos trabalhadores que estão preocupados em manter o seu emprego e a sua renda familiar. Eles não são contemplados.

Não se engane. Essa história de que a redução da jornada de trabalho vai gerar milhões de emprego é conversa fiada e baseada, de acordo com a PEC da esquerda, em uma instituição de movimento sindical. Volto a ressaltar a importância de dados e estudos reais, com o “pé no chão”. Já basta desse olhar enviesado.

Um problema lamentável da PEC da esquerda é que não há qualquer menção aos empreendedores, uma parcela hoje significativa dos trabalhadores brasileiros. Eles não existem? Os empreendedores buscam boas condições de vida e trazem riqueza econômica para o Brasil. Por fim, o impacto da proposta no setor público é simplesmente ignorado!

São várias as questões negligenciadas pela PEC da esquerda ou por desconhecimento, ou por esse olhar enviesado, que pode nos levar a sérios problemas econômicos. Por isso, sou contra a PEC da esquerda. Do jeito que está, é um perigo para o trabalhador e para o setor produtivo.

Fonte:  Delegado Éder Mauro • Deputado Federal PL-PA

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