
Senador Izalci Lucas (PL-DF) quer estimular a educação financeira como prevenção contra o endividamento fora de controle – Foto: NELSONL
13/05/2024
Brasília – O senador Izalci Lucas (PL-DF) é o autor do projeto de lei que busca integrar a administração financeira ao currículo da educação básica no Brasil, com uma audiência pública marcada para discutir a proposta.
O Projeto de Lei 5.950/2023, que visa incluir a educação financeira nos currículos da rede de ensino do país, será tema de uma audiência pública organizada pela Comissão de Educação do Senado Federal. A sessão está agendada para terça-feira, 14 às 14h e faz parte do processo de análise do projeto, que tramita em decisão terminativa na comissão.
O projeto, de autoria do senador Izalci Lucas (PL-DF), propõe modificar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996) para tornar a educação financeira um tema transversal nos currículos da educação básica. “A inclusão da educação financeira é essencial para combater a falta de conhecimento financeiro e o endividamento excessivo, evitando que muitas pessoas enfrentem dificuldades financeiras por não terem acesso a uma educação adequada sobre o assunto”, argumenta o senador Izalci (PL-DF).
Diversos especialistas e educadores foram convidados para o debate, incluindo Catarina Guerra, deputada estadual de Roraima; Luiz Gustavo Mendes, diretor do Colégio Marista João Paulo II; Maria Zeneide do Nascimento Santana, professora da Escola Classe Sonhem de Cima; Fabio Iglesias, professor da Universidade de Brasília (UnB); Duda Scartezini, diretor da Impact Hub Brasília; Carolina Simões Lopes Ligocki, fundadora da Oficina das Finanças; e Cintia Cristina Bagatin Lapa, diretora adjunta educacional da FTD Educação.
A audiência será interativa, permitindo que cidadãos enviem perguntas e comentários através do telefone da Ouvidoria do Senado ou pelo Portal e‑Cidadania. Essas contribuições podem ser abordadas ao vivo pelos senadores e debatedores. Além disso, os participantes podem receber uma declaração de participação, que pode ser utilizada como horas de atividade complementar em cursos universitários.
Fonte: Senado Federal